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Quem Somos


ASSUMA

associação para sustentabilidade e o meio ambiente


Criada em Maio de 2014, a partir da percepção da necessidade/importância de se resgatar, preservar e valorizar a história, tradições e habilidades de sua comunidade, por meio da promoção do convívio social e da construção participativa do cotidiano cultural, artístico e educacional da população do distrito, e tem a finalidade de tornar-se uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

Somos uma instituição focada na sustentabilidade, dentro do conceito de sociedades sustentáveis, incluindo, além da sustentabilidade ecológica, ambiental e demográfica, os aspectos sociais, culturais, espirituais e políticos, capazes de garantir o bem-viver das pessoas, para a atual e as futuras gerações, conforme o Ministério da Educação (MEC, 2013).

Por que existimos

Nosso papel na sociedade

Surgimos da motivação de contribuir para o empoderamento dos comunitários de Joaquim Egidio, resgatar sua auto-estima e sensibilizá-los para serem protagonistas das melhorias da qualidade que desejam para suas vidas e, consequentemente, para o local onde vivem.

A finalidade principal é desenvolver projetos em diversas áreas – social, econômica, educativa, ambiental, histórica, cultural e artística, visando contribuir para se atingir a sustentabilidade proposta para esta comunidade, promovendo uma gestão mais democrática e participativa.

Nossa Sede

Onde tudo acontece

 

Nossa sede, que está a cerca de 15 km do centro de Campinas-SP, ocupa uma área de 2.200 m², sendo 200 m² de área construída, e área externa, destacando-se um quintal com espaços apropriados para se trabalhar em grupo, favorável para atividades ao ar livre, com paisagismo natural propiciando agradável ambiente multisensorial, horta biodinâmica e orgânica, flores variadas, além de inúmeras espécies sendo plantadas (plantas alimentícias, medicinais e aromáticas), que embelezam e aumentam a biodiversidade do local. O terreno faz divisa com o Ribeirão das Cabras, com vegetação ciliar devidamente restaurada pela ASSUMA, onde podem ser avistados animais como saguis, borboletas, esquilos e pássaros de várias espécies.

Joaquim Egídio

A localidade

Antes de receber o nome de Joaquim Egídio, por volta de 1894, o atual distrito já foi chamado de Laranjal – devido à grande quantidade de árvores desse gênero existente nos cafezais – e São Luciano. Até o momento, não existe precisão a respeito das origens de sua fundação, embora algumas casas datem da década de 1840. O provável fundador do vilarejo foi o Major Luciano Teixeira Nogueira. Eminente senhor de engenho, possuía grande quantidade de terras: era proprietário da Fazenda Chapadão, herdada de seu pai, e também fundou a Fazenda Laranjal, de produção cafeeira, em cuja sede hoje se encontra a parte urbanizada de Joaquim Egídio. Em homenagem ao Major, que falecera em 1884, a vila passou a chamar São Luciano. Mas o nome atual do distrito se refere a uma outra personagem importante de nossa comunidade, cuja lembrança ficaria cunhada na memória local. Joaquim Egídio de Sousa Aranha, o Marquês de Três Rios, era grande proprietário rural, possuindo na região a Fazenda Sertão, antiga sesmaria de Antônio da Cunha Raposo Leme. 

A região onde fica Joaquim Egídio surgiu em função das fazendas cafeeiras e se desenvolveu com o estabelecimento do Ramal Férreo Campineiro, estabelecido na década de 1890 e extinto em 1960, que ligava Joaquim Egídio à Campinas. A criação oficial do distrito, até então um povoado, ocorreu através da Lei Estadual 5.285, de 18 de fevereiro de 1959.

Com fauna e flora privilegiadas numa paisagem marcada por serras e morros, o distrito de Joaquim Egídio conta com diversas espécies de aves, mamíferos, anfíbios e  répteis. Em suas matas há macacos, tatus, tucanos, maritacas, capivaras e sabiás, além de animais ameaçados de extinção como jaguatirica, suçuarana, sagui, lontra e paca. Neste distrito encontram-se preservadas também parte das antigas fazendas de açúcar e café, que configuraram o município como Centro do Complexo Cafeicultor Paulista.

Além das fazendas, um núcleo urbano (antigo arraial) continua a manter arruamentos e casarios das últimas décadas do século 19, monumentos remanescentes (estação, ponte, instalações) do antigo Ramal Férreo Campineiro – a ‘’Cabrita’’, estrada de ferro criada em 1889 e substituída em 1918 por bondes elétricos, que perduraram até 1956. Hoje, seu leito abriga um caminho de laser entre os distritos de Joaquim Egídio e Sousas.

O distrito, cuja maior parte está inserido na Área de Proteção Ambiental de Campinas, é muito visitado, principalmente aos finais de semana, pela variedade de atividades, da gastronomia ao turismo rural, trilhas e pelo clima bucólico.  No distrito também se localiza o Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini, outro pólo de atração e turismo astronômico.

Os atrativos do distrito, e sua proximidade a grandes centros urbanos, provocaram o aumento do fluxo de turistas e visitantes e também um grande aumento populacional em função dos condomínios fechados, impactando a paisagem natural da região e os costumes cotidianos da comunidade, ameaçando a sua identidade em relação às características, tradições e cultura local, essenciais para a manutenção e valorização do patrimônio histórico, cultural e ambiental.

Equipe ASSUMA

Somos os realizadores de tudo isso que está acontecendo

Sandra Marques
Sandra Marques

Presidente e gestora

Idealizadora e quem deu o ponta pé inicial

Silvia Ferreira
Silvia Ferreira

Vice-presidente

Responsável pela articulação com a comunidade

Claudia Esmeriz
Claudia Esmeriz

Conselheira e financeira

Engenheira agrônoma

Adriana Araújo
Adriana Araújo

Diretora de arte

Produtora Cultural

Jansle Rocha
Jansle Rocha

Coordenador de estudos

Engenheiro agrícola

Katia Ballesteros
Katia Ballesteros

Coordenadora do programa de educação ambiental infantil

Bióloga

Bruna Dias
Bruna Dias

– Coordenadora do projeto do reuso de madeiras

Designer e marceneira